Congresso Nacional
Governo foca esforços no fim da 6x1
Diferente de 2022, vai ser um TSE imparcial”
PODER SEM PUDOR: Eu bebo, sim
Flores da Cunha foi um dos maiores líderes políticos do Rio Grande do Sul, mesmo com a reputação de emérito boêmio, chegado ao carteado, às bebidas e às mulheres, como acusou um adversário, num comício:
“Não bebo, não jogo nem ando com mulheres de vida duvidosa!”
O líder gaúcho ganhou a eleição admitindo, sem medo de ser feliz:
Flávio destaca renúncia de Gaspar por projeto nacional
Alfredo Gaspar defende união da oposição em Alagoas
Alfredo diz que palanque de Flávio já está formado
Rogério Marinho sondou Alfredo antes de convite de Flávio
Alfredo recebeu ligação para Brasília antes da convenção
“Pois eu bebo, fumo, jogo, ando com mulheres… E tenho votos.”
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Governo tenta votar pelo menos o fim da escala 6x1
Entre as duas propostas que o Palácio do Planalto gostaria de ver aprovadas antes da eleição, a base de apoio a Lula (PT) no Congresso já concentra esforços apenas na Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6x1. Foi discutida a priorização da PEC da Segurança, mas a proposta dormita no Senado desde março. O governo petista não conseguiu construir consenso para a tramitação da proposta, que enfrenta resistência de governadores e da bancada da segurança.
Dono da bola
Para avançarem, as duas propostas dependem de despacho do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), às turras com Lula.
Agora ou nunca
No governo, a avaliação é que, se o fim da escala 6x1 não entrar na pauta no “esforço concentrado”, não deverá ser votado este ano.
Olho no voto
Como a proposta tem forte apelo e renderia dividendos eleitorais, a esperança governista é que isso faça Alcolumbre dar andamento à pauta.
Deixa quieto
No caso da PEC da Segurança, o governo não formou maioria e teme que o Senado altere o texto e inclua, por exemplo, endurecimento penal.
Enriquecimento de Wagner entra na mira da polícia
O senador Jaques Wagner (PT-BA), amigão de Lula (PT), é alvo central da 9ª fase da Operação Compliance Zero, de junho, e passa a ser investigado pelos sinais de enriquecimento. Intriga quem se interessa pelo tema como o petista carioca chegou à Bahia sem um tostão no bolso, virou sindicalista e, na política, declara fortuna de R$ 24,5 milhões. O patrimônio cresceu 631% em oito anos, com bens que vão de apartamento no exclusivo Corredor da Vitória, em Salvador, a terrenos de valor milionário.
Chave de cadeia
Wagner é acusado de receber vantagens, como apartamento adquirido com dinheiro da corretora Reag, suspeita de ligação com o crime organizado.
Proteção
Lula e seu governo protegeram Wagner, como indica a suspeita de vazamento da 9ª fase da Operação Compliance Zero.
Mais do mesmo
O crescimento patrimonial abrupto, os bens não declarados e as suspeitas de propina reforçam a desconfiança sobre conhecidas práticas petistas.
Só coincidência
Coincidiu com a convenção nacional do PT, no último domingo (2), uma série de roubos, furtos e atos de violência em São Paulo. Até um jornalista ficou ferido durante um assalto na capital paulista.
Tudo é possível
É pouco provável, mas Tereza Cristina (PP-MS) não fechou a porta para compor chapa com Flávio Bolsonaro (PL). Diz a senadora, que não precisa renovar o mandato, que, até a última hora, tudo é possível.
Estrago futuro
O Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3), traz previsão de alteração no câmbio para 2029. A expectativa é de alta do dólar para R$ 5,39. Há uma semana, a projeção estava em R$ 5,37.
Só embromation
A “volta ao trabalho” na Câmara merece muitas aspas. Ontem (3), houve apenas uma sessão de homenagem ao Ano Cultural Brasil-China. Hoje, nada está previsto no Plenário. Amanhã, outra homenagem. E só.
Copo cheio
A pesquisa BTG/Nexus (BR-02874/2026) trouxe boa notícia para Flávio Bolsonaro (PL), que cresceu nos cenários estimulado e espontâneo. Lula (PT) ficou estável no espontâneo e caiu um ponto no estimulado.
Partido dividido
O Republicanos, que tem ministério na Esplanada de Lula (PT), está preocupado com a nova pesquisa Nexus, que aponta 63% de rejeição ao petista. O apoio, ainda que tácito, pode afundar candidatos do partido.
Chance posta
A pesquisa Veritá (BR-04956/26), no Amazonas, aponta que Flávio Bolsonaro (PL) venceria Lula (PT) em um segundo turno no estado, por 51,6% a 48,4% dos votos válidos. O petista venceria qualquer outro candidato.
Preferência clara
Apesar de Flávio Bolsonaro (PL) liderar a pesquisa Veritá no Amazonas (BR-04956/26), o levantamento aponta que Lula teria mais de 75% dos votos da população indígena no estado.
Pensando bem…
…como sempre, a prioridade é a pauta que rende voto.